sexta-feira, 14 de maio de 2010

Ongs- Protetores do meio ambiente

Todos os dias vêm na TV que o nosso planeta vem sofrendo com os golpes que nos desferimos contra ele todas as vezes que agimos de maneira irresponsável poluindo o espaço natureza como se não dependêssemos dela para nossa sobrevivência nesse planeta que a muito tempo sofre com as nossas atitudes desumanas e inconseqüentes que nem parecem si quer pensadas antes de serem praticadas. Existem varias pessoas envolvidas na batalha contra a poluição do meio ambiente que nos disponibiliza tudo o que precisamos pra viver com saúde e mesmo assim sempre e citado nos meios de comunicação que em algum lugar ouve algum acidente ou incidente que acabou destruindo eco sistemas inteiros, eco sistemas que levaram cerca de anos ou décadas para começarem a reagir aos impactos sofridos nessas ocasiões.

Proteção Do Meio Ambiente

Alguns órgãos responsáveis pela proteção do meio ambiente como o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) quem faz a vigilância, pesquisas e recuperação do meio ambiente em conjunto com a policia ambiental e também algumas ONGs (organizações não governamentais) que foram formadas por pessoas que resolveram ir a luta contra a destruição da fauna e da flora brasileira uma das mais ou se não a mais rica em termos de biodiversidade do mundo inteiro, essas organizações também são incentivadas financeiramente por empresas que muitas vezes seguem normas de conservação e Proteção Do Meio Ambiente.

Ongs- Não governamentais

As ONG’s (Organizações não governamentais) são organizações formadas pela sociedade civil sem fins lucrativos e que tem como missão a resolução de algum problema da sociedade, seja ele econômico, racial, ambiental, e etc, ou ainda a reivindicação de direitos e melhorias e fiscalização do poder público.

Também chamado “terceiro setor”, embora essa definição não seja muito clara, as organizações sem fins lucrativos são particulares ou públicas, desde que não tenham como principal objetivo a geração de lucros e, que se houver geração de lucros, estes sejam destinados para o fim a que se dedica a organização não podendo este ser repassado aos proprietários ou diretores da organização.

As organizações da sociedade civil são uma forma de suprimir as falhas do governo com relação à assistência e resolução dos problemas sociais, ambientais e até mesmo econômicos podendo também auxilia-lo na resolução desses problemas embora isso seja uma característica um tanto quanto negativa, pois expressa o distanciamento do governo com relação às suas responsabilidades para com a sociedade. As organizações têm ainda a capacidade de despertar o civismo e a cooperação social nos seus participantes. Constituindo uma forte ferramenta de mobilização social, as organizações da sociedade civil contribuem para a manutenção da democracia uma vez que possibilita a manifestação dos interesses das minorias. Comprovadamente, qualquer pessoa que integre alguma organização civil possui maior consciência política e é mais participativa nas questões que envolvem decisões públicas e/ou afetem a sociedade como um todo mesmo que o fim de tal organização não seja político.

No Brasil, as organizações não governamentais sem fins lucrativos ganham força à partir do processo de redemocratização política que se deu após o período da Ditadura Militar (1964-1985). Mas foi a partir da década de 90 que surgiram as principais organizações não governamentais no país como o Instituto Ethos (1998) e a Rede de Ong’s da Mata Atlântica (1992) que reúne cerca de 312 instituições em 16 estados.


O Greenpeace é uma organização não-governamental com sede em Amsterdã (Holanda do Norte, Países Baixos) e escritórios espalhados por quarenta e um países.

Atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia no Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável.

A organização, criada em 1971 no Canadá por imigrantes americanos, afirma em sua propaganda ser financiada com dinheiro de pessoas físicas apenas, não aceitando recursos de governos ou empresas, mas seus maiores doadores são fundações ligadas a grandes corporações internacionais. Tem atualmente cerca de três milhões de colaboradores em todo o mundo - quarenta mil no Brasil - que doam quantias mensais que variam de acordo com o país. Recebe ainda doações de equipamentos e outros bens materiais, usados geralmente nas campanhas e ações do grupo.

O Greenpeace busca sensibilizar a opinião pública através de atos, publicidades e outros meios. A atuação do Greenpeace é baseada nos pilares filosóficos-morais da desobediência civil e tem como princípio básico o testemunho presencial e a ação direta.

Entre os primeiros ativistas que ajudaram a fundar a organização na década de 1970 havia pessoas com estilo de vida hippie e membros de comunidades quakers americanas, que migraram para o Canadá por não concordarem com a guerra do Vietnã. Os nomes mais destacados entre os fundadores da organização são Robert (Bob) Hunter (falecido em maio de 2005, foi membro do grupo por toda sua vida), Paul Watson (que saiu em 1977 por divergências com a direção do grupo, fundando no mesmo ano a Sea Shepherd Conservation Society, dedicada à proteção dos oceanos) e Patrick Moore (se desligou em 1986 e, em 1991, criou a empresa Greenspirit, que presta consultoria ambiental à indústria madeireira, nuclear e de biotecnologia).